“Grey” vs “Gray” – Qual a diferença? Tradução e pronúncia

How are you doing?

Assim como acontece com o português que é falado no Brasil, Portugal e em países da África, a língua inglesa também tem variantes. As mais conhecidas são o British English (inglês britânico) e o American English (inglês americano), mas não são as únicas.  Neste post, falaremos sobre algumas diferenças com as quais você poderá se deparar pela sua trajetória. Sabemos que a diferença mais perceptível, no primeiro momento, é o sotaque, mas não se trata apenas disso.

Nessa perspectiva, falaremos sobre os termos gray e grey. Tais palavras têm grafias diferentes, entretanto, se referem à mesma cor: cinza.

Para melhor entendimento, acompanhe os exemplos a seguir:

Do you see gray or white in the Adidas logo?

(Você vê cinza ou preto na logomarca da Adidas?)

Could you buy a grey T-shirt for me?

(Você poderia comprar uma camisa cinza para mim?)

A small gray cat was asleep on the table.

(Um pequeno gato cinza estava adormecido sobre a mesa.)

Louise decided to buy a grey umbrella.

(Louise decidiu comprar um guarda-chuva cinza.)

Como podemos observar, a ortografia fica a critério da pessoa que está produzindo o texto.

Gray é a forma utilizada no inglês americano e grey é largamente utilizada no inglês britânico e canadense. Entretanto, tanto um quanto o outro são utilizados no sentido de apontar a cor ou de “ficar grisalho”.

Destacamos que, caso “Gray” ou “Grey” seja o sobrenome de alguém, ele não deverá ser alterado para nenhum idioma, devendo ser mantido em sua escrita original. Lembre-se que substantivos próprios não se enquadram na regra de tradução.


Essas são algumas das diferenças entre o inglês americano e britânico.

Vale ressaltar que, embora essas particularidades não sejam motivos de problemas entre um brasileiro e um britânico e/ou americano, a melhor coisa é aprender todas as possibilidades que um idioma pode oferecer. Sendo assim, aconselhamos que você leia cada vez mais livros a fim de reunir conhecimentos para aplicá-los no dia a dia.

Bye!


Artigo revisado por Francine Oliveira (bacharela e licenciada em Língua Inglesa e suas Literaturas pela UFSJ).

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