Defence vs. Defense – Qual a diferença?

No inglês americano, o substantivo utilizado é DEFENSE. Isso é, escrevemos com “S”.

No inglês britânico, utiliza-se DEFENCE. Sendo assim, escrevemos com “C”.

É sabido que há algumas diferenças entre o inglês utilizado nos Estados Unidos e na Inglaterra. Dentre elas, destacam-se vocabulário, ortografia e pronúncia. Como sabemos que essas dúvidas fazem parte do dia a dia dos estudantes, decidimos falar um pouco sobre as palavras “defense” e “defence.

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As palavras “defense e “defence significam “defesa”. As únicas diferenças são que uma é escrita com C e outra com S, e as partes do mundo em que são utilizadas.

Para melhor entendimento, acompanhe o exemplo abaixo, no inglês americano:

The human body has natural defenses against some viruses.

(O corpo humano tem defesas naturais contra alguns vírus.)

The criminal tried to attack me, but I had a powerful defense.

(O criminoso tentou me atacar, mas eu tinha uma defesa poderosa.)

Agora, veja um exemplo no inglês britânico:

My team needs to sustain its defence whatever it is facing.

(A equipe precisa sustentar sua defesa não importa o que esteja enfrentando.)

Vale acrescentar que tanto “defense” quanto “defence não devem ser utilizadas como verbos. Em algumas matérias relacionadas a esporte, por exemplo, é comum vermos expressões como “defender o time”. Nesses casos, o correto é utilizar “to defend”.

Ficou confuso? Não precisa! Nós vamos explicar.

Imagine que a seleção brasileira está disputando um título importante com outra seleção, tão boa quanto. Nós, torcedores, ficamos preocupados, mas o Brasil ganhou o campeonato. Nesse caso, dizemos:

The Brazilian team defended the Argentinean offense wonderfully tonight.

(A seleção brasileira defendeu o ataque argentino maravilhosamente esta noite.)

Veja outro exemplo com o verbo “defend”:

Charlotte became a lawyer to defend human rights.

(Charlotte se tornou uma advogada para defender os direitos humanos.)

Quer mais posts como esse? Fique ligado na nossa página!

Bye!


Artigo revisado por Francine Oliveira (bacharela e licenciada em Língua Inglesa e suas Literaturas pela UFSJ).

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