O curso de inglês online em Imersão- AFI Idiomas – Aprenda inglês em 6 meses

Você fala inglês? Calma, deixa eu adivinhar: você não fala. Acertei, né?

Bom, esta foi fácil. Dados de 2019 do British Council mostram que apenas 5% da população brasileira fala inglês, e um mísero por cento (1%) se considera fluente – a chance de eu acertar chutando que você não fala é muito grande. Ainda que a pandemia tenha dado um gás no ensino de idiomas, é improvável que o número de falantes funcionais tenha alcançado 10% e o número de fluentes, 5% – o que ainda seriam números bem baixos. Mas debater a importância de se falar um segundo idioma parece piada quando encaramos a realidade do país: a maioria dos brasileiros não tem tempo hábil para se preocupar com isso. 

Eu não posso me dar ao luxo de gastar com inglês porque tenho contas para pagar. Aprender um outro idioma é supérfluo porque eu não quero viajar “para fora”; porque eu não preciso de inglês no trabalho. As desculpas são muitas. E, na verdade, não são desculpas. São pontos de vista.

Geronimo Theml é um YouTuber que fala sobre produtividade [indico o canal dele para você se motivar a ampliar os horizontes com o inglês e não ficar na zona de conforto do “amanhã eu começo”], e ele fala muito sobre a expressão motivo inabalável. O motivo inabalável é aquela motivação que vira sua chave para fazer algo. Por exemplo: se você tem uma prova de concurso no domingo às oito da manhã, este é o seu motivo inabalável para não dormir até as onze. É aquilo que te dá gás para fazer as partes chatas que fazem parte do processo de correr atrás dos nossos sonhos.

Calma, teacher… então você quer dizer que estudar inglês é chato e que eu preciso de um motivo inabalável pra me motivar? Deixa eu comprar aqui duas passagens para Nova York, então…

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Viajar é um jeito legal de se recompensar por todo o esforço, mas calma!O que eu quero dizer é que nós, brasileiros, por conta de toda a nossa história, questões políticas, culturais, enfim… 1. vivemos em uma realidade que não colabora para que a grande maioria tenha chances de prosperar, e

2. construímos, devido a diversos aspectos, uma mentalidade coletiva que trata o se valorizar, se aprimorar, e também o empreender, como atitudes lunáticas que acabam virando zombaria – vai dizer que você nunca chamou de blogueirinha aquela sua conhecida que começou a empreender no mercado digital?

Considerando tudo isso, o que quero dizer é que nós, brasileiros, baseamos a maioria dos nossos motivos inabaláveis em noções de sobrevivência por conta da nossa realidade. Calma, eu não estou aqui para dizer que o Brasil é um país horrível e que você deve aprender inglês para ir morar em um lugar decente como os EUA ou a Europa. Eu sou apaixonada pela nossa cultura, por como o clichê da diversidade faz sentido e faz do brasileiro um povo muito louco. Mas o que temos de divertido e único, nosso país também tem em problemas – ou você acha que nossos governantes, ao longo da história, estavam preocupados em construir um Brasil estruturado?

O que nos restou foi correr atrás sozinhos de tudo o que nos foi dito que não era importante, mas é – principalmente o inglês! Você, leitor deste blog, não estaria aqui se não soubesse o quão importante é que se fale um segundo idioma – no caso, o idioma que rege 52% dos conteúdos da internet

O ensino de idiomas no Brasil já percorreu um caminho bem legal, tanto em questão da consciência do aprendizado quanto em questões metodológicas. E conforme cresce a procura, também cresce a oferta – e tem muito curso de inglês por aí. Mas se existem tantos e você já tentou tantos, o que acontece que você não consegue aprender de jeito nenhum? 

Eles te ensinaram que o problema é você: que você se dedicou pouco ou que tem uma dificuldade anormal com o inglês. E eu vou te contar um segredo: o problema não é você. O problema é que a educação é um bem, algo abstrato, mas também é um serviço – a educação envolve tutores, professores, pedagogos, escolas – e como produto é tratada como tal: como algo que tem que vender. Que vai dar lucro. Então, se eu tenho um método que funcionou para mim e para mais alguns, é possível afirmar que ele vai funcionar para outros porque a internet é um mundo em si. “Eu aprendi inglês sozinho. Acho que eu posso categorizar tudo isso e dar aulas.” É mais ou menos assim, infelizmente, que funciona o mercado de idiomas online: um apanhado de experiências pessoais transformadas em fatos. 

Do outro lado, no mundo offline, estão as escolas de idiomas regulares. Quando eu aprendi inglês, comecei com 11 anos e amei passar por este processo até os 17 na mesma escola. Penso que este é o processo ideal para crianças por conta do desenvolvimento delas. Mas não tem porque você passar um semestre estudando a mesma coisa. Você não precisa do inglês para brincar ou patinar, você, adulto, precisa aprender logo e efetivamente. Mas as escolas regulares precisam vender, então toma seis meses de verb to be!

Assim, você fica sem ter para onde correr: ou faz um curso rápido e aprende um monte de frases prontas, ou estuda três anos em uma escola regular e aprende em um ritmo desanimador. Não dá vontade de aprender, né?

Mas… e se você encontrasse o curso perfeito? 

Eu não vou fazer suspense: este blog que vos fala está oficialmente lançando o seu próprio curso de inglês! 

Com uma metodologia realista, inovadora, lógica e adequada a te ensinar a pensar em inglês, e não a decorar chunks de linguagem, eu quero te apresentar a AFI Idiomas.

Nosso curso é um curso intensivo de seis meses pensado não para te prometer a fluência completa – porque eles, que te vendem esta ideia, sabem que ela é uma mentira, mas pensado para que você adquira com qualidade toda a base e autonomia necessária para, em seis meses, ser capaz de compreender e se comunicar de forma efetiva e ativa, entendendo a importância do hábito, aprendendo a expandir seus horizontes através do novo idioma e, mais importante: tendo uma base sólida e suporte para refinar seus conhecimentos de forma adequada.

6 meses de curso com aulas [1h] de segunda a sexta – lendo assim, dá a impressão de que você vai passar muito tempo enfurnado em livros, ou que não vai conseguir acompanhar tudo, mas nós pensamos em tudo.

A metodologia que adotamos para o curso se baseia em sairmos de uma zona de conforto para ganhar o mundo. Assim, o aluno tem os seis meses divididos em 6 blocos de conteúdos. Dentro dos blocos, a lógica é organizada semanalmente. Assim, na segunda-feira, o aluno é apresentado ao conteúdo de forma mais passiva:

  • uma breve noção gramatical e de vocabulário é dada para que o aluno saiba o que esperar das aulas e o que é esperado dele. Você não vai sentar para fazer exercícios durante uma hora. As explicações são dinâmicas, e todo o conteúdo é previamente organizado em apostilas super completas e colaborativas na ferramenta Notion. Eu juro que você também vai se apaixonar! Neste dia, os exercícios são mais guiados e mais voltados à fixação e entendimento do aluno.

Na terça, quarta e quinta, colocamos a mão na massa e aprofundamos os conteúdos:

  • as aulas, nestes dias, são baseadas em conversação guiada, ou seja, trabalharemos a questão oral na maior parte do tempo, mas o professor mantém sempre em tela [até o módulo 4], no Discord ou Google Meet, as informações necessárias para que o aluno visualize se desejar ou por simples questão de segurança
  • o uso de ferramentas colaborativas é constante – assim, é possível que os alunos construam o conteúdo coletivamente mesmo fisicamente distantes
  • quando trabalhadas as reading e writing skills, as atividades são focadas na noção de pensamento lateral e não meramente na compreensão passiva – esta noção de lateral thinking é o que vai fazer você pensar além do que se pergunta. É a curiosidade ativa que você vai construir para não abandonar o inglês depois do curso.
  • jogos online, vídeos virais, conteúdos engraçados, tweets, artigos e notícias sobre as mais diversas questões relevantes mundialmente – tudo isso vai fazer parte dos nossos recursos – te mostrar o inglês através do mundo real é a melhor forma de te mostrar sentido no idioma.

Na sexta-feira, o aluno recebe uma aula mais livre e divertida:

  • este é o dia em que você menos vai se preocupar com a gramática
  • é o dia de conversarmos livremente em inglês, de pesquisarmos e descobrirmos coisas novas
  • na sexta, o aluno que desejar pode agregar um conteúdo para a aula – basta, até a quarta-feira, entrar em contato com a professora. Aqui você também produz conteúdo!

Nos finais de semana, o aluno recebe os materiais da semana seguinte e recebe uma lista de recursos para praticar e revisar os conteúdos da semana passada. Nos dias de semana, o aluno recebe pelo menos mais uma atividade para realizar fora das aulas: alguma notícia para ler e refletir, um vídeo, algum writing assignment. Sempre questões dinâmicas, pertinentes e que não tomem muito tempo, mas ensinem ao aluno a noção do hábito no inglês.

Os módulos crescem em nível de aprofundamento de conteúdos, e o aluno, a partir do módulo 4, é estimulado a abolir radicalmente o português das aulas – lembra da questão de sair da zona de conforto aos poucos?

No módulo 5, o aluno é estimulado a refletir a respeito da inclusão do inglês em sua vida, e as atividades tornam-se mais voltadas a pesquisas na internet, construção de conhecimentos mais livre e estímulo a planejar como ele vai seguir esta rotina longe do curso

No módulo 6, o aluno é estimulado a fazer uma mudança em seus hábitos: seguindo os conteúdos de cada semana, ele é guiado para consumir o máximo possível em inglês ao longo do seu dia, e as aulas são quase que totalmente voltadas para a conversação. Na segunda-feira, os alunos e o professor conversam sobre o que será trabalhado na semana – e já que é uma semana imersiva, os alunos têm total liberdade para ajudar o professor na escolha dos recursos caso tenham alguma sugestão.

Ao final do curso, o aluno vai ter tido contato com língua inglesa de forma que ele não simplesmente a compreende, mas a destrincha logicamente porque entendeu sua estrutura. Tendo uma base forte e entendendo os melhores canais para buscar informação e agregar conhecimento, você vai ser capaz de entender que a fluência é uma questão de entendimento cognitivo, de fazer sentido, e não simplesmente falar as frases que soam mais informais. O aluno aprende a construir a sua língua através de relações de afeto e memória com a linguagem. O afeto e o relacionar-se com a língua são fundamentais para que você se aproprie dela, e isso só acontece quando ela é trazida para dentro do nosso mundo.

Como eu disse, nós pensamos em tudo: em um cronograma adequado baseado em questões pertinentes, em uma metodologia efetiva e lógica, em ensinar ao aluno a noção do pensamento lateral, uma das nossas bases, para que ele seja ativo em seu aprendizado.

A única coisa que te falta, agora, para aprender inglês, é correr para o site do curso! Você pode entrar em contato para agendar uma aula experimental e conhecer a nossa proposta. 

Corre lá! Eu vou adorar trocar uma ideia em inglês com você daqui seis meses 🙂


Não Fique de Fora:

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